O que foi o CNA e como agia ?
Congresso Nacional Africano (CNA), organização negra criada em 1912 para combater o apartheid na África do sul, lançou uma desobediência civil. Em 1960, a polícia matou 67 negros que participavam de uma manifestação. O Massacre de Sharpeville, como ficou conhecido, provocou protestos em diversas partes do mundo. Como consequência, a CNA foi declarada ilegal e seu líder, Nelson Mandela, foi preso em 1962 e condenado à prisão perpétua.
No principio quando o CNA começou a agir usavam de manifestações pacificas mas com o tempo o exercito sul-africano passou a repreender os manifestantes com bombas nucleares armas usando de violência mas como muitos de seus integrantes estavam sendo mortos decidiram por usar a violência em forma de se defender .
Com o fim do império português na África (1975) e a queda do governo de minoria branca na Rodésia, atual Zimbábue (1980), o domínio branco na África do Sul entrou em crise. Esses fatos intensificaram as manifestações populares contra o apartheid. A Organização das Nações Unidas (ONU) tentou dar fim à política praticada no país. O presidente Piter Botha promoveu reformas, mas manteve os principais aspectos do regime racista.
Com a posse de Frederick de Klerk na presidência, em 1989, ocorreram várias mudanças. Em 1990, Mandela foi libertado e o CNA recuperou a legalidade. Klerk revogou as leis raciais e iniciou o diálogo com o CNA. Sua política foi legitimada por um plebiscito só para brancos, em 1992, no qual 69% dos eleitores (brancos) votaram pelo fim do apartheid. Klerk e Mandela ganharam o Prêmio Nobel da Paz em 1993. Em abril de 1994, Nelson Mandela foi eleito presidente da África do Sul nas primeiras eleições multirraciais do país.As eleições parlamentares de 1999 foram vencidas pelo candidato indicado por Nelson Mandela, Thabo Mbeki, descartando qualquer tentativa de retorno a uma política segregacionista no país.
Janaine Daniella
Radio Jovem Pop
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
O mundo sem Mandela
O líder africano Nelson Mandela, um mito já em vida, entra para a história e inspira gerações em todo o planeta com a sua mensagem de convivência harmônica entre as raças e de liberdade, acima de tudo, como valor inegociável da existência humana .
Em Ahmedabad, na Índia, estudantes de uma escola primária seguram velas e pagam tributo ao homem que, bem longe delas, em outro continente, ensinou os valores da igualdade racial e da luta pacífica por um ideal. Elas levarão essa mensagem pelo resto de suas vidas .
A vida extraordinária de Nelson Mandela, o gigante moral que destruiu o apartheid na África do Sul, suscitou na semana passada um fenômeno digno de sua trajetória. Pouco tempo depois das 20h50 da quinta-feira 5, em Johannesburgo, horário declarado da morte de Mandela, vozes se ergueram no mundo inteiro. Quem, a não ser Madiba – nome tribal pelo qual é chamado pelos sul-africanos –, seria capaz de provocar pesar entre negros e brancos, ricos e pobres, jovens e velhos, reacionários e rebeldes, poderosos e cidadãos comuns? Quem, a não ser ele, poderia ser admirado por tanta gente? No amanhecer da sexta-feira 6, centenas de alunos de uma escola de Ahmedabad, na Índia, acenderam velas em homenagem ao líder. A linda imagem parece evocar o espírito pacífico de Mandela, um revolucionário que transformou seu país sem derramar uma única gota de sangue. No mesmo dia, moradores do Brooklyn, em Nova York, dirigiram-se ao restaurante Madiba e, de lá, lançaram balões brancos ao ar. Também na sexta-feira, os franceses penduraram um banner gigante, com o retrato de Mandela, em um prédio do governo, no coração de Paris. Reverências como essas se repetiram na Austrália, no Japão, na Alemanha, nas Ilhas Fiji, na Rússia, no México – no mundo inteiro. Mandela mudou o destino de milhões com sua resistência obstinada contra o regime de segregação .
Apesar de a morte de Mandela ser esperada há pelo menos cinco meses, desde que adoeceu gravemente vítima de infecção pulmonar, os sul-africanos parecem ter entrado em uma espécie de catarse coletiva. Nas ruas de Johannesburgo, milhares de pessoas saíram em procissão. Em Soweto, onde Mandela viveu nos anos anteriores à sua prisão e onde se instalou depois de ganhar a liberdade, multidões dançaram ao ritmo de canções tradicionais africanas. O funeral de Mandela deve ser um dos mais longos e espetaculares de todos os tempos. O governo anunciou que as homenagens vão durar dez dias. Estima-se que mais de 50 chefes de Estado devam comparecer ao sepultamento. Nada mais justo para um ícone que mudou seu País – e o mundo – para sempre.
Paulo henrique
O líder africano Nelson Mandela, um mito já em vida, entra para a história e inspira gerações em todo o planeta com a sua mensagem de convivência harmônica entre as raças e de liberdade, acima de tudo, como valor inegociável da existência humana .
Em Ahmedabad, na Índia, estudantes de uma escola primária seguram velas e pagam tributo ao homem que, bem longe delas, em outro continente, ensinou os valores da igualdade racial e da luta pacífica por um ideal. Elas levarão essa mensagem pelo resto de suas vidas .
A vida extraordinária de Nelson Mandela, o gigante moral que destruiu o apartheid na África do Sul, suscitou na semana passada um fenômeno digno de sua trajetória. Pouco tempo depois das 20h50 da quinta-feira 5, em Johannesburgo, horário declarado da morte de Mandela, vozes se ergueram no mundo inteiro. Quem, a não ser Madiba – nome tribal pelo qual é chamado pelos sul-africanos –, seria capaz de provocar pesar entre negros e brancos, ricos e pobres, jovens e velhos, reacionários e rebeldes, poderosos e cidadãos comuns? Quem, a não ser ele, poderia ser admirado por tanta gente? No amanhecer da sexta-feira 6, centenas de alunos de uma escola de Ahmedabad, na Índia, acenderam velas em homenagem ao líder. A linda imagem parece evocar o espírito pacífico de Mandela, um revolucionário que transformou seu país sem derramar uma única gota de sangue. No mesmo dia, moradores do Brooklyn, em Nova York, dirigiram-se ao restaurante Madiba e, de lá, lançaram balões brancos ao ar. Também na sexta-feira, os franceses penduraram um banner gigante, com o retrato de Mandela, em um prédio do governo, no coração de Paris. Reverências como essas se repetiram na Austrália, no Japão, na Alemanha, nas Ilhas Fiji, na Rússia, no México – no mundo inteiro. Mandela mudou o destino de milhões com sua resistência obstinada contra o regime de segregação .
Apesar de a morte de Mandela ser esperada há pelo menos cinco meses, desde que adoeceu gravemente vítima de infecção pulmonar, os sul-africanos parecem ter entrado em uma espécie de catarse coletiva. Nas ruas de Johannesburgo, milhares de pessoas saíram em procissão. Em Soweto, onde Mandela viveu nos anos anteriores à sua prisão e onde se instalou depois de ganhar a liberdade, multidões dançaram ao ritmo de canções tradicionais africanas. O funeral de Mandela deve ser um dos mais longos e espetaculares de todos os tempos. O governo anunciou que as homenagens vão durar dez dias. Estima-se que mais de 50 chefes de Estado devam comparecer ao sepultamento. Nada mais justo para um ícone que mudou seu País – e o mundo – para sempre.
Paulo henrique
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Riquezas da áfrica do sul
A áfrica do sul é um país localizado no extremo sul do continente africano , o território com uma área de aproximadamente 1.221.037 km² abriga cerca de 50 milhões de habitantes , é um país oriental .
O território abriga em seu subsolo uma grande quantidade de minério , e destaca se na produção de carvão mineral , ouro e ucrânio , riquezas fundamentais para o desenvolvimento industrial . A economia sul-africana está ligada a prestação de serviços , indústria alem dos setores primários como o extrativismo mineral e a produção agropecuária .
Cidade do cabo e Joanesburgo são os principais centros urbanos e em conseqüência promove a concentração de indústrias , abrigando empresas q atuam na metalúrgica e na produção de veículos por exemplo .
A África do sul também investe bastante no turismo , desenvolvido nas savanas conhecida como safári , além do turismo urbano especialmente na Cidade do cabo .
Natanael
A áfrica do sul é um país localizado no extremo sul do continente africano , o território com uma área de aproximadamente 1.221.037 km² abriga cerca de 50 milhões de habitantes , é um país oriental .
O território abriga em seu subsolo uma grande quantidade de minério , e destaca se na produção de carvão mineral , ouro e ucrânio , riquezas fundamentais para o desenvolvimento industrial . A economia sul-africana está ligada a prestação de serviços , indústria alem dos setores primários como o extrativismo mineral e a produção agropecuária .
Cidade do cabo e Joanesburgo são os principais centros urbanos e em conseqüência promove a concentração de indústrias , abrigando empresas q atuam na metalúrgica e na produção de veículos por exemplo .
A África do sul também investe bastante no turismo , desenvolvido nas savanas conhecida como safári , além do turismo urbano especialmente na Cidade do cabo .
Natanael
Racismo nos Estados Unidos
O racismo nos Estados Unidos é um dos mais documentados e difundidos na história contemporânea. Apesar de que o etnocentrismo tem afetado à humanidade desde a mais remota antiguidade os casos mais evidentes e conhecidos têm sido em países da Europa, China, Japão, e Norte da América. Hollywood e a indústria norte-americana do cinema têm sido um dos meios que têm dado maior difusão deste fenômeno nos Estados Unidos.
Este preconceito manifestou-se principalmente dos alvos anglosajones e estadunidenses de nascimento contra os negros trazidos da África para trabalhar como escravos durante o século XVII, e mais recentemente chineses, japoneses, outros imigrantes como os hispano americanos ou outros. Após sua libertação durante a Guerra Civil por Abraham Lincoln, os estados do sul, resentidos por sua derrota durante a guerra civil sancionaram uma variedade de leis para discrimi nar a cidadãos de cor. Este fenômeno conhece-se como a "reconstrução" (reconstruction). Este processo de reconstrução" após a guerra civil foi tão intenso e extenso que ao final desta em 1877 e a eleição de Rutherford B. Hayes como o décimo nono presidente que a discriminação se estendeu aos estados do norte que inicialmente não a tiveram, a tal ponto que a começos do século 20 se podia ver a severidade da discriminação e racismo em lugares com Nova York, Boston, Detroit e Chicago.
Nos Estados Unidos, os afrodescendentes intensificaram a campanha pelos direitos que a sociedade lhes negava; em alguns estados norte-americanos, os negros eram proibidos de andar no mesmo ônibus, tomar banho na mesma piscina ou frequentar a mesma escola que os brancos.
No estado sulista do Alabama, a legislação obrigava os negros a cederem o assento do banco do ônibus a qualquer branco que estivesse em pé. Em 1º de dezembro de 1955 a costureira Rosa Parks se negou a ceder seu assento ao branco e, por isso, foi detida, multada, e processada. Reagindo à detenção de Rosa Parks, as famílias negras da cidade de Montgomery, lideradas pelo pastor Martin Luther King, iniciaram um boicote ao sistema de ônibus do local: ficaram um ano e 16 dias sem utilizá-lo para protestar contra o racismo no transporte público.
Durante esse movimento a casa de King foi atacada e ele foi ameaçado de morte. Mas o movimento foi vitoriosa; a Suprema corte proibiu qualquer tipo de segregação no transporte público. Em 1960, King comandou um protesto pacífico que os negros entravam em lugares onde brancos frequentavam e sentavam no chão, e se os xingassem ,negavam-se a sair. Em 1963 Luther King reuniu uma multidão de negros no monumento de Abraham Lincoln, e discursou “Eu tenho um sonho’; onde pregava união entre negros e brancos, e todos eram chamados de crianças de Deus.
Mariana Gonçalves
O racismo nos Estados Unidos é um dos mais documentados e difundidos na história contemporânea. Apesar de que o etnocentrismo tem afetado à humanidade desde a mais remota antiguidade os casos mais evidentes e conhecidos têm sido em países da Europa, China, Japão, e Norte da América. Hollywood e a indústria norte-americana do cinema têm sido um dos meios que têm dado maior difusão deste fenômeno nos Estados Unidos.
Este preconceito manifestou-se principalmente dos alvos anglosajones e estadunidenses de nascimento contra os negros trazidos da África para trabalhar como escravos durante o século XVII, e mais recentemente chineses, japoneses, outros imigrantes como os hispano americanos ou outros. Após sua libertação durante a Guerra Civil por Abraham Lincoln, os estados do sul, resentidos por sua derrota durante a guerra civil sancionaram uma variedade de leis para discrimi nar a cidadãos de cor. Este fenômeno conhece-se como a "reconstrução" (reconstruction). Este processo de reconstrução" após a guerra civil foi tão intenso e extenso que ao final desta em 1877 e a eleição de Rutherford B. Hayes como o décimo nono presidente que a discriminação se estendeu aos estados do norte que inicialmente não a tiveram, a tal ponto que a começos do século 20 se podia ver a severidade da discriminação e racismo em lugares com Nova York, Boston, Detroit e Chicago.
Nos Estados Unidos, os afrodescendentes intensificaram a campanha pelos direitos que a sociedade lhes negava; em alguns estados norte-americanos, os negros eram proibidos de andar no mesmo ônibus, tomar banho na mesma piscina ou frequentar a mesma escola que os brancos.
No estado sulista do Alabama, a legislação obrigava os negros a cederem o assento do banco do ônibus a qualquer branco que estivesse em pé. Em 1º de dezembro de 1955 a costureira Rosa Parks se negou a ceder seu assento ao branco e, por isso, foi detida, multada, e processada. Reagindo à detenção de Rosa Parks, as famílias negras da cidade de Montgomery, lideradas pelo pastor Martin Luther King, iniciaram um boicote ao sistema de ônibus do local: ficaram um ano e 16 dias sem utilizá-lo para protestar contra o racismo no transporte público.
Durante esse movimento a casa de King foi atacada e ele foi ameaçado de morte. Mas o movimento foi vitoriosa; a Suprema corte proibiu qualquer tipo de segregação no transporte público. Em 1960, King comandou um protesto pacífico que os negros entravam em lugares onde brancos frequentavam e sentavam no chão, e se os xingassem ,negavam-se a sair. Em 1963 Luther King reuniu uma multidão de negros no monumento de Abraham Lincoln, e discursou “Eu tenho um sonho’; onde pregava união entre negros e brancos, e todos eram chamados de crianças de Deus.
Mariana Gonçalves
WINNI MANDELA
Winnie Madikizela-Mandela nasceu em Bizana, no dia 26 de setembro de 1936. É uma enfermeira, política e ativista sul-africana ex-esposa do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela. Ficou conhecida durante o período da prisão do líder sul-africano. Com sua libertação, escândalos de seu envolvimento em crimes e de infidelidade causaram a separação do casal. Em 1953 mudou-se para Joanesburgo onde formou-se dois anos depois, ocasião em que recusa uma bolsa nos EUA, optando por trabalhar num hospital para negros da capital.
Durante seu trabalho realizou uma pesquisa de mortalidade infantil no subúrbio de Alexandra, o que a levou a interessar-se pela política, envolvendo-se com o CNA,em 1957, conhece Nelson Mandela, se casam a 19 de junho de 1958, passando ambos a morar no subúrbio pobre de Soweto.
Teve duas filhas, em 1961, Mandela é absolvido. Contudo, sua atividade política o leva a sucessivas prisões, sendo que a última delas, passada a maior parte do tempo na Ilha de Robben, durou aproximadamente vinte e oito anos. Ela própria sofreria as ações perseguições do Apartheid, a partir de 1962: ordens judiciais de restrição que a impediam de trabalhar e de lutar em causas sociais e a mantinham restrita ao distrito de Orlando, em Soweto. Foi detida em 1969 sob auspícios da Lei Anti-terrorismo, passando dezessete meses na cadeia e, a partir de 1970, em prisão domiciliar, nesse período sofreu vários processos.
Em 1976, durante as revoltas juvenis, criou a Federação das Mulheres Negras e a Associação dos Pais Negros, o que a levou a nova prisão, em 1977, e seu banimento para o Estado Livre de Orange retornando em 1986. Criou ainda, uma milícia particular, travestida de equipe de futebol (o Mandela United Football Club), o que aumentou seu distanciamento dos demais militantes anti-apartheid, em 1988.
Winnie e Mandela se divorciaram dois anos depois que ele foi liberado, em 11 de fevereiro de 1990. Após isto ela transformou sua casa em Orlando num museu, e adotou o sobrenome de Madikizela-Mandela.
Desde 1991 sua vida enfrentou diversas polêmicas, foi acusada da morte de um jovem militante, que suspeitava ser informante da polícia. Condenada no ano seguinte, teve a prisão convertida em multa; apesar disto, em 1993 retornou ao cenário político, sendo eleita presidenta da Liga das Mulheres do CNA, cargo que ocupou até 2003
Durante o governo do ex-marido Winnie ocupou o cargo de Ministra das Artes, Cultura, Ciência e Tecnologia(1994), mas foi demitida sob alegação de malversação financeira, em 1994.
Em 2001 foi acusada de dezenas de crimes, sendo considerada culpada por 43 acusações de fraude e 25 de roubo, condenada a cinco anos de prisão; recorrendo, em 2004 foi absolvida das acusações de roubo, mas não das de fraude, e teve suspensa a pena de três anos e seis meses de cadeia. Em 2003 renunciara à presidência da Liga das Mulheres.
Fabricio
Winnie Madikizela-Mandela nasceu em Bizana, no dia 26 de setembro de 1936. É uma enfermeira, política e ativista sul-africana ex-esposa do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela. Ficou conhecida durante o período da prisão do líder sul-africano. Com sua libertação, escândalos de seu envolvimento em crimes e de infidelidade causaram a separação do casal. Em 1953 mudou-se para Joanesburgo onde formou-se dois anos depois, ocasião em que recusa uma bolsa nos EUA, optando por trabalhar num hospital para negros da capital.
Durante seu trabalho realizou uma pesquisa de mortalidade infantil no subúrbio de Alexandra, o que a levou a interessar-se pela política, envolvendo-se com o CNA,em 1957, conhece Nelson Mandela, se casam a 19 de junho de 1958, passando ambos a morar no subúrbio pobre de Soweto.
Teve duas filhas, em 1961, Mandela é absolvido. Contudo, sua atividade política o leva a sucessivas prisões, sendo que a última delas, passada a maior parte do tempo na Ilha de Robben, durou aproximadamente vinte e oito anos. Ela própria sofreria as ações perseguições do Apartheid, a partir de 1962: ordens judiciais de restrição que a impediam de trabalhar e de lutar em causas sociais e a mantinham restrita ao distrito de Orlando, em Soweto. Foi detida em 1969 sob auspícios da Lei Anti-terrorismo, passando dezessete meses na cadeia e, a partir de 1970, em prisão domiciliar, nesse período sofreu vários processos.
Em 1976, durante as revoltas juvenis, criou a Federação das Mulheres Negras e a Associação dos Pais Negros, o que a levou a nova prisão, em 1977, e seu banimento para o Estado Livre de Orange retornando em 1986. Criou ainda, uma milícia particular, travestida de equipe de futebol (o Mandela United Football Club), o que aumentou seu distanciamento dos demais militantes anti-apartheid, em 1988.
Winnie e Mandela se divorciaram dois anos depois que ele foi liberado, em 11 de fevereiro de 1990. Após isto ela transformou sua casa em Orlando num museu, e adotou o sobrenome de Madikizela-Mandela.
Desde 1991 sua vida enfrentou diversas polêmicas, foi acusada da morte de um jovem militante, que suspeitava ser informante da polícia. Condenada no ano seguinte, teve a prisão convertida em multa; apesar disto, em 1993 retornou ao cenário político, sendo eleita presidenta da Liga das Mulheres do CNA, cargo que ocupou até 2003
Durante o governo do ex-marido Winnie ocupou o cargo de Ministra das Artes, Cultura, Ciência e Tecnologia(1994), mas foi demitida sob alegação de malversação financeira, em 1994.
Em 2001 foi acusada de dezenas de crimes, sendo considerada culpada por 43 acusações de fraude e 25 de roubo, condenada a cinco anos de prisão; recorrendo, em 2004 foi absolvida das acusações de roubo, mas não das de fraude, e teve suspensa a pena de três anos e seis meses de cadeia. Em 2003 renunciara à presidência da Liga das Mulheres.
Fabricio
Libertação de Mandela
Nelson Mandela juntamente com o CNA(Congresso nacional africano), lutavam na África do sul contra o racismo e a segregação na qual os negros foram impostos .
Durante essa luta Nelson Mandela se viu obrigado a recorrer á recursos nos quais ele não deseja lutar , o uso de violência foi inevitável quando a policia africana usava a força e armas para conter as manifestações pacificas dos negros .
Com o tempo Mandela passou a ser perseguido , acusado de terrorismo e de mais de 150 atentados e sabotagens .
Mandela passou 27 anos da sua vida preso , passou por diversas prisões , após certo tempo Frederik de Klerk assumiu a presidência da África do sul , ao perceber que reformas políticas e igualitárias eram inevitáveis para que o pais n submergisse na guerra civil e no caos .
Nelson Mandela tornou se o primeiro presidente da África do sul , lutou 67 anos de sua vida pelos direitos dos negros , como advogado abriu o primeiro escritório especializado em casos de negro no seu país .
Nelson Mandela foi indicado ao prêmio Nobel da paz pela ONU .
Rafaela machado
Nelson Mandela juntamente com o CNA(Congresso nacional africano), lutavam na África do sul contra o racismo e a segregação na qual os negros foram impostos .
Durante essa luta Nelson Mandela se viu obrigado a recorrer á recursos nos quais ele não deseja lutar , o uso de violência foi inevitável quando a policia africana usava a força e armas para conter as manifestações pacificas dos negros .
Com o tempo Mandela passou a ser perseguido , acusado de terrorismo e de mais de 150 atentados e sabotagens .
Mandela passou 27 anos da sua vida preso , passou por diversas prisões , após certo tempo Frederik de Klerk assumiu a presidência da África do sul , ao perceber que reformas políticas e igualitárias eram inevitáveis para que o pais n submergisse na guerra civil e no caos .
Nelson Mandela tornou se o primeiro presidente da África do sul , lutou 67 anos de sua vida pelos direitos dos negros , como advogado abriu o primeiro escritório especializado em casos de negro no seu país .
Nelson Mandela foi indicado ao prêmio Nobel da paz pela ONU .
Rafaela machado
Racismo no Brasil
O racismo é qualquer pensamento ou atitude que separam as raças humanas por considerarem algumas superiores a outras.
Quando se fala de racismo, o primeiro pensamento que aparece na mente das pessoas é contra os negros, mas o racismo é um preconceito baseado na diferença de raças das pessoas. Pode ser contra negros, asiáticos, índios, mulatos, e até com brancos, por parte de outras raças.
Não importa como o racismo cresceu na mente das pessoas, mas vale ressaltar que se ele for provado, é um crime inafiançável, com pena de até 3 anos de prisão. Além disso, algumas pessoas valorizam tanto a superioridade de raças que acreditam na purificação delas, onde dominariam o meio em que vivem. Essa justificativa apareceu na escravidão, em que os negros trabalhavam em condições precárias e eram vendidos como objetos. No nazismo, o foco principal eram os judeus, mas também perseguiam negros, homossexuais, entre outras minorias, para serem executados nos campos de concentração. Com isso, percebe-se como o racismo fez parte da história, e como alguns grupos sofreram muito com isso.
Embora no Brasil haja uma forte mistura de raças, a incidência de racismo pode não ser tão evidente para alguns, mas ele não deixa de existir. Em alguns casos, ele ocorre de forma sutil, em que nem é percebido pelas pessoas. Pode acontecer em forma de piadas, xingamentos, ou simplesmente evitar o contato físico com a pessoa. A verdade é que nenhum lugar está protegido do racismo.
Amanda
O racismo é qualquer pensamento ou atitude que separam as raças humanas por considerarem algumas superiores a outras.
Quando se fala de racismo, o primeiro pensamento que aparece na mente das pessoas é contra os negros, mas o racismo é um preconceito baseado na diferença de raças das pessoas. Pode ser contra negros, asiáticos, índios, mulatos, e até com brancos, por parte de outras raças.
Não importa como o racismo cresceu na mente das pessoas, mas vale ressaltar que se ele for provado, é um crime inafiançável, com pena de até 3 anos de prisão. Além disso, algumas pessoas valorizam tanto a superioridade de raças que acreditam na purificação delas, onde dominariam o meio em que vivem. Essa justificativa apareceu na escravidão, em que os negros trabalhavam em condições precárias e eram vendidos como objetos. No nazismo, o foco principal eram os judeus, mas também perseguiam negros, homossexuais, entre outras minorias, para serem executados nos campos de concentração. Com isso, percebe-se como o racismo fez parte da história, e como alguns grupos sofreram muito com isso.
Embora no Brasil haja uma forte mistura de raças, a incidência de racismo pode não ser tão evidente para alguns, mas ele não deixa de existir. Em alguns casos, ele ocorre de forma sutil, em que nem é percebido pelas pessoas. Pode acontecer em forma de piadas, xingamentos, ou simplesmente evitar o contato físico com a pessoa. A verdade é que nenhum lugar está protegido do racismo.
Amanda
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